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ecos

ecos

22 Mai, 2016

SONHOS GRÁTIS

SONHOS

GRÁTIS

 

 

 

 

 

PROSA/POESIA -Narrativa

 

De

 

 

 

 

 

 

JOSÉ MÁXIMO De SOUSA

 

 

 

AXITRI

Rever as demagogias que são alteradas

Pelo simples  atributo de reintegrar.

Dificilmente se   torna em questão de

dados,  ainda cada vez mais sincronizados.

Produz, efeito de rebelião  que autrora, sendo assim o fim torna-se

uma relíquia para a eternidade.

É sabido não saber-se sequer o símbolo do enigma que

Cada qual inventa e mastiga na aprendizagem!

Herdar o inviolável e cravar no espírito as margens do destino, mutilado da

emboscada da própria vida.

Apoteoses que requerem meros enganos de raiva.

Triste alegria, varrida dos rostos.

Entregues aos desafios que certos

reencontros removem,

suavemente a farsa sedutora.

do dito riso.

Apitar sons coloridos.

Honrando o recrutar, satisfatório  em

que a substância das vagas idas e

reclamadas, em ídolos renascidos.!

Em que a proeza é um simples acreditar

e assim duvidar em plena forma do regime

que nos é incutido.

E das tarefas que nos são demasiadas, saudáveis

à provocação do exílio!.

 

 

 

 

 

P’RA -EX

Intimidar o assunto em louvor

Do discernimento que a lucidez cai no descuido e

em que o orgulho emagrece de

tanta vergonha.

Surgido como resíduos.

Diferentes   aos indeferidos louvores,

Ainda por afluírem à formula ambígua que

O povo aclama à dignidade do existir. Vagueiam juntos em forma de delitos.

Aos relevantes, gritam em timbre bem agitados entre os sinónimos que

Serão mais tarde julgados pelas emboscadas do entroncamento.

Indiscutível , mas indiferente ás alheias conversas, que vão dilatando o sabor

Das tentações de carácter genuíno.

Não passa de um mero engano!

Não duvido!

Continuar a persuadir a inocência, com a feroz e descabida ordem.

Mérito de significado idóneo.

Aqui mesmo, onde a nossa imaginação desperta.

Atracção mútua --

- Preciso de te tocar!.

Urgentemente!

A nossa carne, planeia combustão,

Ondas de amor --- estamos atraídos,

Pela cumplicidade de existirmos

Pelo ciúme!

Sim! Sim!

 

 

 

 

BRAQUES

Algo forte, espiamos os nossos segredos.

Realiza, e mente!

Juntos por uma linha do vento.

A  imensidão dos nossos projectos

recriam-se sintonias,

Que se espalham com o vento.

Relatam-se vidas como por engano,

trata-se do, poiso dos desgostos,

e contam vitória as paixões.

Estou numa significativa emoção,

descontrolada,

Que me é totalmente incógnita!

Simplesmente exagero

mas tenho dúvidas!

Mas, embora também tenho

vergonha por esta timidez

Que me assola.

E nada de concreto me deixa por lapso, desfrutar

tal situação.

Dissipam-se em constantes

ritmos, as alterações que

buscam o crescimento.

Lá p'ra trás, falavam das memórias

que um dia chegarão!

Corrupios, em tom de severa  simplicidade e cheias de inovações.

 

 

 

 

 

RECLAMADA

Chega até aqui!

Conta-me uma história.

Resulta da imensa e digna paixão.

Esta mesma é promovida por questões, de impulsos pessoais ou desejada.

Nos anseios mais íntimos e próximos das declarações do prazer

...continuar a nossa presença é dividir entre os vastos montes de

 ilusões e as indignadas recusas, são do fluxo de matérias o mais possível da entrega ao momento certo, ao adversário exacto.

Lixar e de novo re-lixar :

Até provocar ondulações inimagináveis indesejadas 

E traiçoeiras ao enganoso sorrir.

Quem terá que ter a razão, perante tal questão?

Por novas emoções pairam.

Os ritos das desavenças.

A um ritmo supra-acelerado,

Vigoram ânsias do destino:

 Por norma dos conselhos

Serão semi-censurados em

virtude da mais valia.!

O mais inacessível possível,

tornan-se impulsos seguros.

Acontecem nas mais suaves retóricas, que ao cuidado dos impulsos, faz recriar

uma gestação em todo o seu esplendor .

Pastagens  de simples, acto de fazer vacilar,

parlamente a história do imoral.

 

 

 

 

 

ACOMPANHAR

Sim!

Ficaremos com recordações de quando,

somos para todos o ser

é divino!

O escândalo das nossas mentes,

e do amor que desperta, parece

ser o fim do egoísmo.

A tempestade passa devagar

 e o urgente do nosso reencontro

 é fatal!

       Redigir o mais recriado e parecido

 da nossa semelhança.

     A similitude é regida pelos temperos que passam

 de um dia para o outro e chegam

 com um sol, radioso

     e pleno de emoções.

 Vai trazer-nos a combustão

 dos nossos corpos e suar a nossa telepatia

     que irá preencher a nossa ilusão do tempo.

      Rasgar das nossas orbitas, os olhares mais ferozes

 que um dia fugazmente aparecem!.

     Diga-mos que o germe, nos atrai e nos retrai

. Vagamente abstracto e obsoleto aos assuntos.

    É nulo e equivale a magia. A magia que respirar é desejar!

 

 

 

 

 

 

 

CORTANDO

VASTOS CASOS ONDE, A ENERGIA QUE LIBERTAM

ARRASA OS LIMITES, DAS PROVOCAÇÕES ELEGIDAS E POUPADAS

NO CRUZAMENTO DOS PENSAMENTOS CONGELADOS.

AFLUEM ORDENS DE INJECTAR,ESTES MESMOS NOS LOCAIS, DEVIDAMENTE EXPLOSIVOS,ÁS SITUAÇÕES DESORDEIRAS.

TORTURADAS D’ASFIXIA,QUE O AMOR ALIMENTA.

CONDUZIDAS EM FACTOS SUB-REALISTAS. SOMBRAS APENAS, SOMBRAS

IMPOSSIVEIS DE REINTREGRAR

AO SONHO MEU.

TUDO INCLUIDO NA ENERGIA QUE

OS VASTOS INDIVIDUOS PROTEGEM

A DESORDEM E AINDA É

ENCAIXADA NAS ORDENS SUPERIORES.

FRANCO-CRESCIMENTO

EM ACTIVIDADE SUPERIOR

QUEM LÊ, SENTADO

NOS VALES  DO TEJO E  VAGUEAR, SEM DESCANSO MINIMAMENTE

ACESSIVEL E ACEITÁVEL

AOS OLHOS DAS DESGRAÇAS.

ESTIMAREM COMO SENDO, DÁDIVAS DE SIMPLES PISCAR

DE OLHOS CONDENADAS E  MESQUINHAS REGRAS, ENTREGUES AOS IMPULSOS DOS

DILATADOS ANSEIOS QUE A POPULAÇÃO REJEITA OU

MERAMENTE NÃO SABE, SABER

IGNORAR.

 

 

 

 

FOLTARIC

       Separar as dúvidas que nascem

com o desencanto fértil

em fusões das repetidas

farsas que

sintonizam harmoniosamente.

        Imaturas ideias, propostas à

Ligação que faz lembrar

uma chata e nojenta conversa.

        Elevado índice de

caricatura que um mestrado, deverá

saber provocar o

direito de saber ousar, obtendo

uma partilha saudável à

crítica imperativamente necessária.

         Ideias velhas já

com poeira e teias de aranhas.

          Alto lá!!!

          As dificuldades reabrem às

similares áreas, pouco claras!

As respostas que se

auto-misturem!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MESCLAR

Responde agora à verdade!

Alheios à presunção!

Acontecido.

Vamos no caminho do infinito,

onde a vaga sensação é legitima;

Nunca se zanga!

Utopia que adere à combustão, que ao ritmo sensual da

anti-timidez, onde brota a magna aventura.

Que, os efeitos do consertar da ciência, suspirem choques;  puramente emocionais e super bem controlados, nos laboratórios que as ditas avós ajustam, e as canoniza à força, em que os tempos se tornam e formam

escravos dos mais, poderosos elementos.

 Celestial, gera vida ao diminuto espaço, em ocupação de caridade sonhadora, em que os desafios dão falso prazer.

 Em estado seguro, e em mais que um estimado e provável lamentar silêncio descabido, onde todos e outros tantos afluem ao vigor da mente e da satisfação, ultra-cínica das crenças e das hemorragias de onde o raciocino vai e vem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SIMÉTRICA

Vasto propósito da semelhança do querer contactar para, depressa esquecer e em abundância desrespeitar as virtudes feitas mágoas do vício humano.

Não aguento mais! Mais

                             Este ter de aguentar!!!

                             A preciso que …

                             A enxurrada de ideias me faça                

                             Transbordar o clamor da dignidade

                             extra-singular.

                             Exemplo da rotina suspeita ao vicio

                             Comum

                             Aguento-me!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FRENÉTICO

O vazio que historicamente, da vida faz pensar nas distâncias ainda cada vez mais diferentes e de certeza em jeito de feitiço, que se ergue na reitoria do mural onde se esconde a vergonha, daqueles que estão em     situação de enfrentar, com todas as armas.

  • Que antes foram elogiados, e após constrangidos pelo desassossego, das pragas do mal receber e não saber o que colher.
  • Dividir em segredos e sentenciar, a divisão dos ideais aos momentos.
  • Onde o sabor das palavras são pontes, para os actos,
  • por vezes onde estas mesmas são; inacabadas ou semi-palavreadas.
  • Pura e simples razão de coabitarem na desilusão.
  • É Extra-fulminante a ira deusal, onde morfeu pôs o distintivo honorário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ykisa

Imperfeição !

Vamos ver,

Seguramente é o significado de uma reacção, que

aumentará  à disposição.

Para exibir um recado que se fixa na, impotência das razões.

Fixar os interesses no choque, que seduz e rola a

Impertinente irritação dos simbólicos diálogos.

Seduzir as sociedades, com discursos quase sempre, de regras

impostas e de direitos semi-loucos!!!.

Ligações que se reencontram, na linguagem de “piranhas”.onde captam

um sentido de humor, e de agonia incerta.

As emoções que dilatam nos conceitos, de uma corrente de delírios, e receios.

Nas ideias e no raciocínio de permanecer único!.

Ressurgir nas aglomeradas ideias, num clima de mudança e

Transtorno que movem, as mais tresloucadas acções, substanciais.

Ao abrigo das lesões que realizam a enorme, batalha ao desterro das confundidas

matérias e génios que adoçam a fatias do biscoito, muito apetecido do que mais valiosos aos princípios do valor acrescentado à roda…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NOBRES MENTIRAS                                                                 

Com sabedoria e alma

aplicar as mais nobres mentiras

Em câmbio de uma vitória,

no  escandaloso nível do estado de espírito dos conformes.

À dilatada e recriada sensação dos inventos ,

uma porcaria qualquer e escrever puramente só para enganar o tempo.

Se o alimento da minha inspiração, é vaidosa,

então o destino é aplicar nas aflitas técnicas, o espaço ao diálogo onde

dançam em ritmos vindos de profundidades, e sensações do incrível.

A magia é sempre discutível, entre a agitação e invasão das emoções

sem significados.

Pôr, por entre exactas medidas, o dilema que se evapora e o que

aparece na tua sombra, numa  noite em que a lua nos ilumina, com forte intensidade.

Devoramos o  mais sensível,  movimento ao preencher o ritmo que nos contrapõe.

Imortalidades, que não acontecem  todos os dias , que se fixam nas tendências em que algo se cria e se cruza e paradoxalmente afluem á luz dos nossos olhos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NEGRAT

Numas, serão

              umas quantas.

              Bastarão que o nível,

              seja uma delicada,

              fusão!

Não que aposte no sim!

              A noite deixa de se tornar,

              um desfasamento.

No repetir, com ironias pouco

              ou, muito menos insensatas.

               Porém,

               Surgem-nos estrondosamente,

               algumas dificuldades com singular,                

               simbiose.

No sorriso,  está a forma mais sublime de      

              construção.

Certas imagens  impossíveis  de cair no fácil esquecimento. por isso, tento penetrar na lucidez do enigmático progresso.

Consultar um dito " medieum", num dia mágico, impõe que a crença se aplique.

Abusar na prática das fantasias, que ocuparão tudo e mais espaço disponível  nas capacidades,  de uma entrega  de todo um ser .

Lutar para seduzir  e vice-versa.

        

 

 

                            

     

DOÇURA

   O néctar  da  demagogia, que alimenta e clarifica, com exactidão a sombra da liberdade.

   Meticulosamente, declaram-se assuntos com formas fatais, a par

de fortes sacudidelas.

   A propósito da singular imaculação:

   Circulem!!!

   Façam abundar pequenos sorrisos  na linha dos 

desafios inesperados, com  as intenções de raríssimas convicções,  regem os dignos exemplos.

    Historicamente, a vaga que está na base de uma lição

da escola da vida, faz pensar nas distanciadas e formosas performances certezas de cada jeito, em que se ergue uma reitoria  no  ego próprio.

     Mural onde, a vergonha daqueles que estão em situação

de enrasque, para  enfrentar com todas  as armas , a  forma como antes  foram elogiados e após constrangidos, pelo desassossego das pragas

do mal,  receber e não saber o que colher.  

 

 

                               

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

JULGADO

Comunicar, na ansiedade  que o plano com a eficácia comprovada resulta na entrega  da  fina delicadeza.

Sobem as adrenalinas em redor das incógnitas e estranhas formas de beleza, que se apresentam perante os meus olhos.

Fujam!!!

Exaltam em  acção o mínimo de agrado das iniciais, provas  do assédio intelectual.

Derrotado em clara e nítida, fugaz mentira de julgar a beleza.

Esforçar-se, onde há necessidade e tornar-se em linguagem tresloucada de compreensão em

zonas de mínimo, de alto risco.

Tornarem fixos os rumos.

Que as obras junto à necessária fabricação, em forma de produtos, ditos façam

Chorar por mais!

Arrasadores aqueles imprescindíveis tempos de delírios, onde o povo pouco a pouco vai sacudindo as migalhas, das

Inclinações, às frustradas ameaças colectivas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

EXACTO

 

Encontrei o mar

Por entre as barras já enferrujadas, pelo sabor bravio.

Piso o carvão, feito ao sabor da noite.

Último suspiro da lembrança.

Exacta para excluir.

Demorar ao jeito, de envelhecer com o silêncio.

Elevada perfeição com a vaidade sempre ao lado de, um bom auxílio.

Na fonte que o desafio ergue de elogio, o oco diálogo que reduz a afeição aos pasmados.

Pensamentos telepáticos e segredos alheios, com mútuos gostos em ermos familiarizados.

Indignados, os indisciplinados exactos lazeres de

jogos que se duplicam em constante sonho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ESPERA

Na estação.

Os pássaros cantam,

a velha passeia,

o tic-tac,

o dia corre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OLHAR

Nada é mais hostil que uma

simples maneira de olhar.

Compensações e direcções inversas,

degradantes sem símbolos

acomodados.

Onde perder as emoções?

Seguir por entre…

…por entre o viver, aquém o desejar!

E aqui o profundo viver e além o desespero!

Sermos e fazer-mos, algo aqui ou além

Sobre a Cidade,

Voa a chuva como,

por espinhos considerados.

Reagem as dúvidas e aplicam-se

os anseios da narrativa história.

Vivida e considerada. De anos de amor e compaixão!

Sofre da disciplina,

Sujeito a ser  sujeito.

Sem nenhum jeito.

Muito mais que vividas e

nem sempre conseguidas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SABOR

Por caminhos riscados pelo vento,

sobem as nossas próprias defesas.

Combates e conquistas enlatadas com

Sabor a memórias presentes.

Confortar-se com brisas conquistadas

No subconsciente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SOLUÇÃO

Corridos os tempos são carregadas as

Memórias passadas.

Dos discursos de uma lei inconformista,

Surgem as possessões em estado de

revitalização.

Pelas medidas de defesa pessoal, brotam nas estradas

Jardins sem encontro!

Procurar nas misturas impossíveis de criar, milagres

sem solução.

Pronunciadas as medidas, vêm até nós, as incógnitas estrelas!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NUNCA

Dos jogos e das brincadeiras, resultados nunca esperados.

Esplendor nos teus olhos e desgraça nos teus sentidos.

Vitória na tua sabedoria eterna e

Manipulações excluídas de nós mesmos, com

Sentidos paralelos.

Serviços convencionais e gostos ímpares.

Organismos em combustão de um brotar amigável.

Consultas em fugas e histórias em bocas perfeitas.

Sentidos únicos sem razões de avançarem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LIVRE

Vivo por aí,

Morro além!

Berço desconhecido e esquecido.

Lamento o saber desejar.

Sou livre vivendo amarrado.

Nunca mais.

Nunca mais!

Rasgadas as folhas da minha sebenta,

corridas as linhas sem piedade.

Duas linhas, em dia sem sol.

Sinais!

Morro por aí, vivo além!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DIZER 2

Dizer a verdade.

Eu sei!

Procurei as melhores palavras e

apliquei-as em memória a ti!

Foi fiel e não soube dizer que não.

Procurei a palavra.

A exaltação trouxe-me aqui, e aqui

Não senti sequer o meu corpo.

Uma maravilha este mundo!

Fomos fieis,

Sem o sermos.

Dizer

Verdade, verdade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

JOGOS

Falar do povo por razões óbvias e sem

convicções anónimas.

Jogos preliminares em dias de avanço.

                  Desgostosos.

Moradas desvairadas em padarias e pães

Desmantelados de um gosto por saborear.

Sobre os poemas da manhã e as

Cantigas de ontem, sofrem as ruas desertas!

Os heróis deixaram de pregar nas paredes os murmúrios,

Sem alcance colectivo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

METADES

Continuar o meu caminho e seguir as nuvens.

Tomar em mão os sonhos ainda por abrir e plantá-los!

Labirinto dos meus sonhos, das ilusões.

Fiz da cumplicidade uma obra d’arte.

Subi aos bastidores do amor, para um dia

aprender a caminhar.

Pesquisei algo que deixo ao relaxe.

E continuo na vaga ideia, que um

ciclone de pensadores virão…

Atingirão, a humanidade.

Fizeram abstracção durante tempos infinitos.

Orgulhar-me-ei do meu dever cumprido.

Não quero deixar  por olhares alheios. A

malícia do nosso querer.

Nos perfumes do egoísmo, brotarão

sementes e permanecerão até

que um dia, uma estrela nascerá.

A sentença é o renuncio da dita cuja!

serás capaz de ignorar, a tua existência

e conduzir-me ao perfeito equilíbrio?

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO:

 

Assim são a maioria das paixões.

Por vezes tornam-se perversas e

fazem aumentar os jogos de ódio. Por onde a sedução,

é provocada por opção

dos dilemas e confusão que aterrorizam a virtude, de

um viver sem intervalos.

As angústias  são como borboletas, Só têm uma vida curta.

Relaxar,

Nas vias que esgotam o sistema, é um inimigo

Com sabor d’agonia.

Vigor nos actos, nestes mesmos E quase nenhuns.

Vergam-se perante o pensamento, ao te olharem.

Somos únicos, seres de extrema pureza e de singular afeição.

Procurando a constante satisfação, que jamais consigo atingir.

Será que não mereço tal proveito?!

A saber que a sabedoria me atinge e me devora, em tons de ignorância descabida.

As outras formas de celebrar a nossa existência?

O novo código de honra, faz reluzir a compaixão.

Que é de extrema necessidade.

Alugam-se projectos e outros com memórias que acolhem.

Pairam sobre mim, um desafio de oportuna hipótese. Oferecer, como por idolatrar.

Compõem-se nas entrelinhas, as intrigas

Que são fruto das origens, pouco comuns.

Nesta, indiferença de quem inventa.

O genuíno é sempre bem-vindo!

Quer dizer!!!

 

 

UM DIA DESTES…

de uma emoção, meia tremelica

aparecem de súbito, como por ilusão os instantes de solidão necessária.

Vagabundos momentos, em dimensões absolutas.

vêm até mim, momentos que explodem em segundos eternos.

qualquer dúvida surgirá no contexto, lógico

da existente ligação apaixonada.

Ferve!

Existência singular que vasculha

nos remorsos antepassados.

A prova gentilmente das uniões desgastadas pela necessária

dose egoísmo.

Um dia…Destas contemplações, há um pensamento irritado, cujo

o elevar digno, de se ser surpreendido e admirado.

Coração alvejado…

Silhuetas, das regras excepcionais, ligadas a um descabido

caminho sem encruzilhadas diabólicas.

Hoje prometo-te que garantidamente uma fantasia, alvejará as

emoções neste nosso império, do amor.

Significam as verdadeiras revelações, muros dimensionais de exacta telepatia.

Seduzindo a satisfação através de um fiel pensamento, - confidencial.

atrair s reforços. Que por um punhado de sensações:

Iluminam-se os contornos individuais que, caracterizam uma

súbita mudança.

Bebi tuas lágrimas… em devoção.

Que restará da submergida sensação que perfura

os recantos das nossas emoções.

 

 

 

 

 

RESPIRAR

Que vida ingrata!

Quantos seres, assim pensarão!

E não fosse, ela

                            Assim.

Valorizar a existência dos

Meus/nossos olhos!

E sentir no corpo

Este tacto com a mãe natureza.

Tão frágil,

Esse duro viver!

 Não temas …

Porque, Venha o que vir

Nada será maior

Que a nossa alma!

Ver-te ao acordar

Pegar-te nos braços e

Fazer-te novamente acordar.

Levar-te nos olhos e deixar-me dizer-te.

Que te amo ardentemente.

Sem hipótese de falhar.

Querer-te e ter-te

Seres a pessoa. Que mais desejo no mundo

Ser teu e não ser!.

 

 

 

 

 

 

INCÓMODO

Para esgotar os fluidos das tensões, que

São acumulados, na luta rotineira.

Parecem ondas. - que emergem.

Ventos do norte,

Que roem de ardor,

Dor de d’amor.

Criados à sorte

Parecem gritos

Que colhes também!

Dor de amor

Que roí de d’ ardor

Sopros mudos

Com tons. De obrigados

Ventos do norte segredos à sua sorte!

O Circulo que domina o recato e insubstituível, gozo da tensão.

Embora, o continuo e fosco enriquecer da presença.

Faz arrebatar o ultimato dos corações mais duros.

O conceito. Que atrapalha.

O risco que domina

Silêncio barulhento, mais pleno de riqueza divina.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VENENO

De corpo e alma presentes.

Loucuras sem única verdade.

Filhos dos desastres e caminhos sem opções.

Filhos do tempo,

do tempo com ligações sem fim.

Perdões sem conceitos aprumados nas revisões, dos

requisitos necessários.

As turbinas de coração congelado, andam como para ver as letras!

Os sentidos das voltas viciosas, tornam-se cada vez mais, num próprio

veneno, no senso de desejar viver.

Pernoitar em estado de  gelo, sabendo que ainda não chegou o momento de glória.

Temporal!

Vocês Além!

Tu com ela à espera.

As turbinas nos corações;

sem venenos e com sentidos de glória.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OS NOSSOS OLHOS

Por entre o nevoeiro de um dia sem luar, aparecem os contornos

espirituais.

As medidas e os pedidos vaguem por entre as turbulências terrestres.

Os nomes que fugiram dos nossos olhos e as memórias, que deixam

saudade.

Choraram ao som do vento!

Gritaram ao luar,

gemaram em pleno dia.

A voz entoo-o e  perdeu-se no nosso corpo.

Os lábios feitos cosmos.

Amor que sai da alma sem coração solitário,

o incógnito e o tempo descoberto.

Ilusões sem feições.

Demasiadas as coisas para poder brincar.

Demasiadas nos ares as fragrâncias nortenhas.

Voar por entre a razão de desejar, tocar num sonho sem realidade.

Realizar nas colinas, massas de gerações e deixar voar os nossos sonhos.

Voar!

Voar!

Por entre os teus cabelos e mergulhar nossas agonias.

Reviver, nas areias atlânticas a esperança dos primeiros amores.

Cobrir com orgulho o rosto para dar as mãos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

M A R I A

Mãos quebradas pelo distinto real e corpo congelado pelo amor eterno.

Mágoas e corrupios pintados a cores primárias.

Rosto dócil e certeza da memória.

Sedutora nas essências genuínas e fibras de ser única.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NOITES

Coração sem vertentes.

Modas que transbordam.

Olhos lusitanos sem medidas nem preconceitos.

Saltos em linhas inversas.

Posições e conversas enlatadas, sem ácidos!

Tratar sem história a vossa.

História de amor mecânico.

Sem pensar vêm os gritos, da paixão sem oxigénio.

Qualquer dúvida surgirá, na lógica existente e da ligação que,

Ferve!

A prova fertilizante das uniões desgastadas, pela certa dose.

Pensamento irritado, cujo o elevar dos tormentos e as conclusões  são ainda

prematuras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

INVERSO

A imagem de sorrisos

Os sons de pureza.

O bafo cintilante e as velas apagadas.

Instrumento do amor e brasões eternos.

Cantos e raios azuis em noites de Inverno, fogos

Progredi dos e deplorações constantes de uma calma eterna.

Códigos secretos e caixas fortes num desafio de futuro.

Lacrados no presente, sem lamentações no passado.

Sombras diabólicas e demagogia em lentidão ansiosa, d’outros

hinos sensacionalistas.

Resolver problemas à perseverança do mistério de encontrar, o trabalho

 Árduo do enigma.

Diagnóstico impar na vaga ilusão dos pensadores.

Memórias que designam os méritos e das estranhas dúvidas das, palavras soltas.

Consequências que se reduz no digno e na autêntica virtude.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ALMA

Jorram dos esconderijos as palavras do silêncio.

Conversas curtas mas extensas no paladar.

Corridas sem vitórias e sem o próprio ouro.

Matérias concretas, sintonizadas nas nossas almas.

Alheias as misérias da vizinhança.

Riquezas sem perfume nas almas.

As relíquias do passado e os diamantes do nosso corpo?

Criam-se profetas sem razão!

Saltamos para o silêncio e rejeitamos as curtas conversas.

Incarno outra vida, para poder viver a própria!

Liberdade! Incarnado é o fulcro de um método anti-reformista.

Não fujo sem ver.

Pouco a pouco, vejo e

Fujo quando não vejo!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PECADORA

Com poderes anónimos é o cancelamento das paixões de viver.

Acordos singulares de imagem perpétuas.

Imagens em territórios desconhecidos.

Vitórias com desonras humanas e corridas ao cancelamento de paixões.

Abertura á falsa imagem perpétua.

O festejo a dois poderes de aptidões futuras.

Usar volumes em sobressaltos sistemáticos.

Desafios e rituais em extremos acordo.

Esquecidos no tempo e vergonha de ter, medo da vergonha simulada.

Opções e centros longos da única e sincera verdade.

Desculpas jogadas, sem fúria para se defender

Sofres por te veres a sofrer;

corres sem razão de te perguntares e desertas com o próprio destino.

Encontras nas tuas mãos o poder dos teus olhos.

A tua boca perfumada e o sorriso nos teus dedos!

Sem extremos deixas cair em prisões, as tuas paixões, de um

presente ainda por descobrir.

Agarrando os raios de amor produzidos, pôs nas nossas almas segredos que sofrem de

terem, sabido a verdade.

Os olhos desvairados.

Perfumes produzidos em ti!

Os mistérios dos pecados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Y.T.D.S.

Corria por entre os conseguidos métodos, depois ensaio.

Concedidos os consensos e os desgastes e que os sinais, que

deixam cair no silêncio!

São sinais vitais de bom estado espiritual.

Conseguidas as dilatadas conquistas.

Deliciosas e desejadas aventuras.

Até aos limites cruciais.

Os sentidos sinistros dos momentos impossíveis.

As atmosferas perplexas de um modo desigual.

Companhias de ambiente virtual.

Sucumbidas as ideologias.

Pouco a pouco

Ideologias agitadas.

Pouco a pouco.

Agitadas as regras, cabeças decidas a tomar rumo.

Ao incerto e indesejado.

Sacodem-se as mágoas e formam-se ideologias sem idealismo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VISÕES

Lembranças sistemáticas em conversas surdas.

Olhos infiltrados no seio do horizonte.

Carregar a evasão conhecida e realçada por entre os jogos.

As primeiras visões e os primeiros toques.

Convencer-se do inicial e do perigo anexo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CAMINHO

Deixaram os verbos de existir e os tempos, não tiverem

Razão de entrar na discussão do dia.

Por entre as vinhas dos velhos tempos e dos antigos servidores, deixaram de existirem

Dúvidas do presente.

Cortaram os homens a vida, mas sempre com a força no sangue.

Proibidas as verdades!

Olhos que viram mais que o próprio caminho, e das vidas interligadas.

Calcular até ao início, os metros ainda corridos e servidos sem razões.

Ajudas que são suficientes.

Arrojadas conquistas espirituais.

Escutar,

…nas imagens os lamentos e transbordar toques submersíveis.

O toque real, e ver o sinal incómodo.

Deixar de cuidar e levantar o véu, da própria criança que sempre serei!

Das lógicas mais admiradas, os conflitos seguidos de um sorriso angustiante e o

Desafio sem demora!

Sem ter a presença do pecado!

Deixa-me levar até ao cimo das lições, os conselhos mais angustiantes.

E vivo no contínuo viver, no limiar dos sonhos frios.

Sem exactidão do tempo inseguro e insuportável mania feroz.

Leio-o nos nossos olhos, as crianças de cera!

Os movimentos sub-control, e a vida não deixa de ser mais misteriosa!

Não há zangas nem aborrecimentos anormais, que a

Sagrada vida nos oferece condições.

Sem viver no desterro divino.

Nada se diga, que ninguém saberá!

 

 

 

 

 

GESTOS

Algo simples nos nossos gestos e momentos fatais.

Nas nossas almas, algo simples.

Nos nossos gestos direcções fatais.

Nos nossos olhos algo simples.

Nas nossas almas os conformistas métodos de voar.

Abusa-mos dos momentos imortais.

As pedras a chorarem, o sol a brilhar.

As marcas feitas linhas. Lancei-me, apagado pelo tédio que me invade e

 A tristeza que me devora.

Corriam as lágrimas.

Luminosas e cheias de esperança.

Duras lágrimas

Lágrimas de leite

Correm tuas/nossas lágrimas, mas

Hoje é sem dúvida, a

Dúvida de duvidar!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PARTEMOS

P’ro limite sem limite.

Partimos!

Nos limites do limite.

L-I-M-I-T-E !

Continuar assim ao luar, esperar assim o sol

Continuar a aprender a correr e procurar.

 Sensação das corridas anuladas e contra-relógios.

Esconder pormenores as devidas mentiras.

Cuidado!

Indiferença louca.

Descoberto o pensar no desespero e na sintonia d’agonia.

A diferença louca, singular e conhecida

O correr das noites longas e as vezes que deixei, cair minh’alma .

Situação análoga e desesperada.

Partir?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

JORRO

Inovação no paladar que a angústia alcança, reduzida à forma,

gritante e escandalosamente saboreia o mesmo regime.

Onde admitem a combustão com algo indiferente às questões, exaltadas

pelo jorro sistemático da dúvida.

Elevação do gozo ao ritmo de sorrisos que, ultrapassam as inquietações de fabrico

verdadeiro e artesanal.

Dispor da amplitude de um encontro, frenético e  numa suave raiva de amor. Entrelaçados no discutir, cego nas provas imbatíveis do desleixo entusiástico dos cérebros. Detectados aproximadamente do real e memorável registro.

Na obscuridade que a acção da consciência, fica em dívida para com a sociedade!

A verdadeira audácia que me está encardida, é gritante!

Soluços e com pouca firmeza, em que o  auge da aventura é o símbolo da revolta psicológica.

Nadar nas trégua, e mergulhar na emboscada e esperando o verdadeiro desenrolar.

Atraiçoar a dignidade dos seres que me completam, e soltar as amarras dos actos que

Apelam à sinceridade.

Conjugar o mútuo desleixo das competências, até então afundada na minha lucidez!

Precisas da minha voz e do meu olhar.

Com o respeito obrigatório e sem censura, eleva-te nas minhas palavras…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

QUAL COISA?

O furacão invade, o destino dos nossos desejos conjugais.

Ao erro inconsciente praticado aos olhos da escuridão.

Um passado inadequado, ao presente que se enquadra no gozo devastador

e o rigor, que abrange circunstâncias, dos fenómenos intransigentes. 

Soube misteriosamente do teu encanto de saberes seduzir.

                                                Vale a pena apostar.

Deixar que a certeza dos segredos enterrados, seduzam o incógnito e a

independência que se divida  e se acentue, no inicio da combustão mútua.

Induzir, com uma perplexidade de perícia o confronto atribulado e eficaz das

sequências nas conversas pré-fabricadas e a pronto-pagamento.

Percutir as desavenças que atulham no inimigo.

Se a lógica se tornar numa fera, será incompreensível sonhar, em prevenir as

indiferentes atitudes  e constantes influencias.

Na imortalidade os sonhos raros, criam a visão à reacção de encontros irreais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CASTRO

O equilíbrio na inquietante, vingança e na respectivas conjunturas pressões.

Inimagináveis rituais de energia , onde se dispersam ondas  de  pavor.

Actos de aventura, virtuais na incógnita e muito menos relevantes!

Ideias! Que sempre serão um enigma.

Infinito, para o equilíbrio da acção, no recomeço do próprio tempo.

Do amargo triunfo em conquistar as novas, inter-ligações.

Nada será mais fácil aos adversários, que por mera consequência não sabe ser diferente.

Compõem-se no sub-natural e aperfeiçoando, o medo por legitima dignidade.

Olhos que viajam p’las regras das inconformadas irrealidades.

Será deveras frutuoso, a amigável e semelhante certeza do destino resguardado.

O destino é vezes sem fim, a margem do que será!

Assunto sem precedentes no inicio da salvaguarda semi-sagrada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SIMPLES

Sujeito a suspeita,

não reage ao profundo pesar atribulado.

Atribuído e não significado e emoções que se atravessam com irrealidade dos fenómenos.

Silhuetas destronadas das regras excepcionais e verdadeiras revelações, em

Muros dimensionais de exacta telepatia.

Seduzindo a satisfação através do fiel pensamento – confidencial.

Cânticos que emergem na pura e absoluta ilusão.

Atrair os reforços por um punhado de sensações.

Iluminam-se os contornos individuais que caracterizam uma inesperada e súbita, mudança.

Basta que a emoção se faça notar!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

INDICE

AXITRI--------------------------------------pág.1

P’RA –EX ----------------------------------- “  2

BRAQUES ---------------------------------  “  3

RECLAMADA ----------------------------  “  4

ACOMPANHAR -------------------------- “   5

CORTANDO ------------------------------- “  6

FOLTARIC --------------------------------- “  7

MESCLAR ---------------------------------- “ 8

SIMÉTRICA -------------------------------- “ 9

FRENÉTICO -------------------------------- “ 10

YKISA ---------------------------------------- “ 11

NOBRES MENTIRAS ----------------------“ 12

NEGRAT --------------------------------------“ 13

DOÇURA ------------------------------------- “ 14

JULGADO ------------------------------------- “15

EXACTO --------------------------------------- “16

ESPERA ---------------------------------------- “17

OLHAR ----------------------------------------- “18

SABOR ----------------------------------------- “ 19

SOLUÇÃO ------------------------------------- “ 20

NUNCA ---------------------------------------- “ 21

LIVRE ------------------------------------------- “ 22

DIZER ------------------------------------------- “ 23

JOGOS ------------------------------------------ “ 24

METADES ------------------------------------- “ 25

CONCLUSÃO --------------------------------- “ 26

UM DIA DESTES … ------------------------- “ 27

RESPIRAR ------------------------------------- “ 28

INCÓMODO ----------------------------------- “ 29

VENENO --------------------------------------- “ 30

OS NOSSOS OLHOS ------------------------- “ 31

MARIA ------------------------------------------ “ 32

NOITES ------------------------------------------ “ 33

INVERSO ---------------------------------------- “ 34

ALMA--------------------------------------------- “ 35

PECADORA ------------------------------------- “ 36

Y.T.D.S. --------------------------------------- --- “ 37

VISÕES ------------------------------------------- “ 38

CAMINHO --------------------------------------- “ 39

GESTOS ------------------------------------------ “  40

PARTEMOS -------------------------------------- “ 41

JORRO -------------------------------------------- “ 42

QUAL COISA ? ---------------------------------- “ 43

CASTRO ------------------------------------------ “ 44

SIMPLES ------------------------------------------ “ 45

 

Tratamento de textos e composição gráfica em Janeiro e Fevereiro de 2004

                       -------------------Favaios – Alijo---------------

                                             - PORTUGAL-

 

 

 

 

 

Contacto:

 

:maximo@portugalmail.pt

 

Ou: " maximo7@sapo.pt

 

 

 

Autor .

 

beneficiário da Sociedade Portuguesa de Autores S.P.A Sob o (nº16706)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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